quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Magnésio e Cálcio andam juntos. Importância do Magnésio - OSTEOPOROSE - hipomagnesemia



O cálcio precisa do magnésio na medida certa para conseguir exercer suas funções, entre elas, formar a massa óssea.

Consumir mais cálcio do que magnésio aumenta o risco de perda de massa óssea. O corpo para deixar na proporção correta rouba o magnésio existente no organismo que fica concentrado dentro do osso.
Níveis adequados de magnésio são essenciais para a absorção e utilização do cálcio: o magnésio estimula a produção de calcitonina, um hormônio que ajuda a preservar a estrutura óssea e retira o cálcio excedente da circulação sanguínea e dos tecidos moles, fixando-o no osso. Também suprime a ação de outra hormona ligada ao metabolismo ósseo, a paratormônio a, reduzindo a reabsorção óssea. 

O magnésio e o cálcio juntos ajudam o corpo a se livrar do acúmulo de gordura, manter a pressão arterial sob controle, regular a ação de hormônios e controlar os movimentos dos músculos, * (o cálcio contrai a musculatura e o magnésio relaxa). *

Portanto, o cálcio e o magnésio são dois elementos quimicamente semelhantes, contudo são utilizados de maneiras diferentes. O primeiro funciona principalmente fora das paredes das células, já o segundo reside e funciona principalmente dentro das células. Apesar da diferença cada um funciona de forma única no organismo e ambos são necessários para manter o tônus muscular, a contração e o relaxamento adequados.

O magnésio é fundamental para a formação e funcionamento de todos os neurotransmissores, sem exceção.

Um pouco mais sobre o Magnésio

Veja a importância de vermos o Ser Humano como um TODO. 
O magnésio tem múltiplas funções no metabolismo ósseo:
Níveis adequados de magnésio são essenciais para a absorção e utilização do cálcio: o magnésio estimula a produção de calcitonina, um hormônio que ajuda a preservar a estrutura óssea e retira o cálcio excedente da circulação sanguínea e dos tecidos moles, fixando-o no osso. Também suprime a ação de outra hormona ligada ao metabolismo ósseo, a paratormônio a, reduzindo a reabsorção óssea.
COMO ACONTECE A DEFICIÊNCIA DO MAGNÉSIO

A deficiência de magnésio no organismo pode estar associada a dietas com quantidades insuficientes desse mineral, mineral que falta no solo brasileiro). VÁRIAS PESQUISAS INDICAM ALIMENTOS QUE CONTÉM Magnésio. Vale lembrar que a maioria das pesquisas são feitas fora do Brasil e em Faculdades que, antes das pesquisas com alimentos, preparam adequadamente o solo.

ou devido a outros fatores como:
- alterações da absorção, acontece quando o sangue muito ácido promove a aglomeração das células.


- quadros de stress, 
- exposição a tóxicos (no caso alumínio, chumbo e níquel),    deficiência de vitamina B6 ou de boro, 
- ingestão alcoólica,
- tabagismo, 
http://gfugeradordefrequencia.blogspot.com.br/2011/03/12-metais-pesados-alzheimer-mercurio.html
- e a diversas alterações endócrinas (diabetes, doenças da tireoide e das paratireoides), 

 DEFICIÊNCIA DO MAGNÉSIO E DOENÇAS
 - A deficiência do magnésio pode levar a sérias alterações bioquímicas e sintomáticas no indivíduo.
Carvalho (1999, p. 202) que destaca as seguintes funções fisiológicas do magnésio:

a) Cátion intracelular – depois do potássio é o íon intracelular mais abundante;
b) Relaxamento do tecido muscular – enquanto o cálcio estimula a contração muscular; o Mg estimula o relaxamento;
c) Inibe a agregação plaquetária – aumentando a relação prostaciclina/ tromboxano;
d) Regula o ritmo cardíaco – importante na regulação da excitabilidade muscular;
e) Mantém a permeabilidade vascular – por relaxamento da musculatura lisa dos vasos;
f) Co-fator de várias enzimas – atuando na síntese e função do DNA (síntese proteica e divisão celular), na transferência de fosfatos para a produção de ATP (fosforilação oxidativa), no metabolismo iônico (fosfatase alcalina) e em outras funções essenciais do metabolismo;
g) Participa do metabolismo dos aminoácidos – tal como a piridoxina;
h) Constituinte dos ossos – fixa cálcio nos ossos e nos dentes;
i)  Regula a permeabilidade das membranas celulares – junto com o cálcio;
j) Atua no metabolismo cerebral e na neurotransmissão – participa da síntese de serotonina;
k) Participa do transporte de amônia para o fígado (co-fator da glutaminase) e posterior síntese de ureia (ciclo da ornitina);
l)  Auxilia na absorção de Ca, P, Na e K.

EFEITOS TERAPÊUTICOS
Ainda citando Carvalho (1999, p. 204), o autor demonstra que o magnésio é uma das substâncias mais usadas pela Medicina Ortomolecular e seus efeitos terapêuticos têm aplicação em diversas patologias:
- Infarto do miocárdio – dilata as coronárias, provavelmente por relaxamento da musculatura lisa desses vasos, além de melhorar a contratilidade do miocárdio; 
Angina pectoris – reduz os riscos de espasmo coronariano e inibe a agregação plaquetária;
Hipertensão arterial – diminui a pressão por ter efeito vasodilatador; 
Cardio arritmias – estabilidade do ritmo cardíaco; osteoporose – regula a liberação do paratormônio, evita as calcificações de partes moles que podem advir da terapia com altas doses de cálcio. 

- Tem  efeito anti-inflamatório; asma brônquica – relaxa musculatura da árvore tráqueo-brônquica durante os ataques de asma; 
- Prevenção de litíase urinária – evita a formação de cálculos de oxalato de cálcio;
- Síndrome pré-menstrual, dismenorreia – melhora as cólicas, a irritabilidade, a fadiga, a depressão e a retenção hídrica; Insônia – pelo seu efeito relaxante; Epilepsia – vários estudos mostram as propriedades anticonvulsivantes do Mg; 
- Câncer (prevenção) – existe relação positiva entre falta de magnésio e a incidência de câncer.

Magnovital - fabricada há mais de 40 anos. Como adquirir o Magnésio de fonte segura:
http://mineraisnaturais.blogspot.com.br/2011/09/69.html
ou
http://mineraisnaturais.blogspot.com.br/2011/09/55.html

MAIS SOBRE COMO FICAMOS SEM MAGNÉSIO.
Já Waitzberg  acrescenta outras condições patológicas que causam a deficiência de magnésio. 

• Doenças gastrointestinais: Doença intestinal inflamatória, doença celíaca, fístulas;
• Intestinais, infecções gastrointestinais, síndrome do intestino curto, vômitos, diarreia, pancreatite e outras.
• Distúrbios endócrinos: hipertireoidismo, diabetes melito, hiperparatireoidismo com hipercalemia, hiperaldosteronismo;
• Disfunção renal com perdas urinárias excessivas;
• Estados hiper catabólicos: traumas, queimaduras;
• Algumas medicações: cisplatina, antibióticos, nefrotóxicos, diuréticos;
• Desnutrição protéico-calórica;
• Nutrição parenteral prolongada;
• Pós-cirurgia ou transplantes cardíacos;
• Hipertermia;
• Uso abusivo de álcool;
• Exercício físico prologado (↓ Mg sérico);
• Disfunções Neuromusculares.
                
O magnésio é um mineral do meio intracelular, é um cátion divalente cofator para mais de 300 enzimas apresentando um papel fundamental em várias reações biológicas. É ativador de sistemas enzimáticos que controlam o metabolismo de carboidratos, lipídeos, proteínas e eletrólitos; influencia a integridade e transporte da membrana celular; mediador das contrações musculares e transmissões de impulsos nervosos e é Co-fator da fosforilação oxidativa (GRUDTNER; WEINGRILL; FERNANDES, 1997).

Sendo assim, convém ressaltar que o magnésio é indispensável à fixação de cálcio nos ossos,  a falta dessa fixação pode causar ou agravar quadros de osteopenia e osteoporose no adulto e dificultar a calcificação correta dos ossos na infância e adolescência.

Oliveira e Escrivão (2003, p. 190) afirmam que o “magnésio pode atuar de duas maneiras no organismo: a primeira ligando-se ao substrato originando um complexo com o qual a enzima interage e a segunda unindo-se diretamente à enzima modificando sua estrutura com ou sem função catalítica”.

Ainda referenciando Oliveira e Escrivão (2003, p. 195), vale destacar sobre a absorção e excreção do magnésio:
Sua absorção ocorre de 30 a 50% na ingestão oral, na porção jejunileal do intestino delgado. Circula ligado à albumina e é armazenado nos ossos (60 a 65%), músculos (26%) e o restante em tecidos moles e líquidos corporais (6 a 8%). Reabsorvido de forma ativa no néfron e passiva no túbulo proximal. Ocorre excreção urinária (1,4 mg/Kg/dia) e fecal (0,5 mg/Kg/dia). 

Os rins conservam o magnésio de forma eficiente, em particular quando sua ingestão está baixa.

Elaborado para saúde das glândulas, complementa o Skrill.
Esse composto concentrado de oligoelementos naturais proporciona uma mineralização mais intensa, favorecendo assim todo o sistema glandular:  Por favorecer a saúde das glândulas é considerado o carro-chefe do sistema glandular. Com resultados MUITO rápidos e positivos quando se usa simultaneamente o GFU – aparelho de Eletroterapia - para o combate de fungos, das viroses, bactérias e protozoários patogênicos. Têm alcançado grandes resultados nas micoses rebeldes, herpes e candidíase.
   A Cândida Albicans - causadora das doenças crônicas, depressões, insônias, falta de memória entre tantos outros sintomas. Indicado também nas doenças degenerativas, de Chagas e problemas do coração e musculares.
O magnésio é indispensável à fixação de cálcio nos ossos, a falta dessa fixação pode causar ou agravar quadros de osteopenia e osteoporose no adulto e dificultar a calcificação correta dos ossos na infância e adolescência.

  - As glândulas exócrinas desempenham diferentes funções, incluindo as glândulas sudoríparas que secretam suor, as glândulas sebáceas que secretam gordura, as biliares, as salivares, as mamárias, as mucosas, o pâncreas- que é uma glândula mista - que secreta enzimas digestivas entre outras funções.

   - Na hipótese de ocorrer que uma determinada glândula não possua os suprimentos necessários para desenvolver sua função, ou que ela apresente disfunções não haverá o que produzir, então, gera-se um desequilíbrio funcional no metabolismo que afetará o funcionamento de outras glândulas.

Sob o ponto de vista metabólico, o corpo não recebendo os hormônios de forma adequada, poderá chegar a estados patológicos graves a curto e médio prazo.
- Auxilia no tratamento hormonal. Favorece todo o sistema glandular.

      


Referências:
 PROF. ANTUNES
RAMALHO, A. C. R. Farmacologia do cálcio, vitamina D, paratormônio, calcitonina e bifosfonatos. In: SILVA, P. Farmacologia. 5. ed. Rio de Janeiro: 1998.
CARVALHO, Paulo Roberto Carlos de. Medicina Ortomolecular: um guia completo sobre os nutrientes e suas propriedades terapêuticas. 4. ed. Rio de Janeiro: Nova Era, 1999.
MAGNONI D., CUKIER C.. Perguntas e Respostas em Nutrição Clínica. 2. Ed. São Paulo: Roca, 2004.
WILLIAMS, S.R. Fundamentos de Nutrição e Dietoterapia. Porto Alegre: Artes Médicas; 1997.
OLIVEIRA F.L.C.; ESCRIVÃO M.A.M.S. Osteoporose. In Lopes FA, Brasil ALD. Nutrição e dietética em clínica pediátrica. São Paulo, 2003.
GRUDTNER V.S.; WEINGRILL P.; FERNANDES A.L.. Aspectos na absorção no metabolismo do cálcio e vitamina D. Rev. Bras Reumatol 1997 Mai/Jun; 37(3).
WAITZBERG, D. L. Nutrição oral, enteral e parenteral na prática clínica. 3. ed. São Paulo: Ateneu, 2000.
http://www.cursosaprendiz.com.br/

Legalmente é obrigatória essa declaração abaixo:

As informações, sugestões e idéias apresentadas neste documento são apenas para informação e não devem ser interpretadas como conselhos médicos, diagnóstico de doenças, ou para efeitos de prescrição.